Na realidade, desde que temos a internet, praticamente nenhum texto, foto ou vídeo pode ser considerado “raro”. A única coisa rara aqui são as pessoas retratadas. Todas elas pessoas comuns, com seus vícios e virtudes assim como qualquer um de nós, porém, um talento excepcional para a arte da Música.
Amália Rodrigues
Maestro João Carlos Martins
Elvis Presley dando autógrafo para meninas(garoto serviu de apoio para caderno)
John Lennon e Paul McCartney
Lennon e McCartney (queda-de-braço)
Lennon e McCartney (dedo de prosa)
John Lennon e Mick Jagger
Jimi Hendrix e Mick Jagger
Bob Marley, Mick Jagger e Peter Tosh
George Harrison e Bob Marley
Bob Marley in Brazil (camisa da seleção brasileira)
Bob Marley playing soccer (futebol com Chico Buarque)
Chico Buarque e Bob Marley (futebol)
Janis Joplin
Jimi Hendrix
Menina bagunçando cabelo de Jim Morrison
Pink Floyd
Freddie Mercury
Freddie Mercury and cat
Stevie Ray Vaughan com Strat (madeira made in Brazil)
Antes mesmo de o homem pensar em construir habitações, ele já pintava.
Pintura em caverna.
A Arte, como expressão do eu, precede o nascimento da matemática, engenharia, arquitetura, medicina, agricultura, pecuária, filosofia, das leis e até mesmo da moral.
A Arte foi para o homem pré-histórico o primeiro passo para o rompimento de sua relação natural com o meio (eu = natureza). Nasceu assim uma nova concepção de mundo: uma relação eu-tu (eu ≠ natureza).
O homem humanizou a natureza (e a si mesmo) por meio da Arte.
Acádio - língua da família semítica, falada pelos assírios e babilônios;
Aramaico - da família semítica, a língua oficial dos assírios;
Línguas faladas em outras partes do Oriente Médio:
Fenício - língua semítica, falada pelos fenícios ou cananeus;
Hebraico - língua semítica, falada pelos hebreus e outros povos;
Árabe - língua semítica, falada pelos árabes e outros povos.
Na África:
Egípcio Antigo - falada em todo o Egito, antes da expansão árabe.
Línguas indo-europeias antigas:
Hitita - língua falada na antiga região que hoje corresponde à Turquia. Os hititas também dominaram parte da Mesopotâmia.
Sânscrito - língua falada no norte da Índia pelo povo ariano;
Persa Antigo - língua falada na Pérsia (atual Irã);
Grego Antigo - língua falada nas cidades-estado e nas colônias gregas da Ásia Menor (atual Turquia). Tornou-se língua universal durante o período do Helenismo (após as conquistas de Alexandre, o Grande);
Latim - falada na região do Lazio (Latium) na Itália, tornou-se língua universal com a expansão do Império Romano.
A ESCRITA
As escritas mais antigas são a escrita cuneiforme e os hieróglifos, ambos sistemas de escrita criados há cerca de 6 mil anos. A escrita cuneiforme originou-se na Mesopotâmia (atual Iraque) e os hieróglifos originaram-se no Antigo Egito.
Alguns sistemas de escrita:
O alfabeto fenício foi o sistema de escrita usado pelo povo fenício (em grego, phoînix) desde o terceiro milênio a.C. Acredita-se que este alfabeto tenha influenciado os alfabetos grego, aramaico, hebraico, arábico e diversos outros. Assim como o alfabeto árabe e o hebraico, o alfabeto fenício não tem símbolos para representar sons de vogais; cada símbolo representa uma consoante. As vogais precisavam ser deduzidas no contexto da palavra. Mais tarde, os gregos adaptaram alguns símbolos fenícios sem valor fonético para representar as vogais.
Em Creta:
O linear B era um sistema silábico, usado na Grécia antes do desenvolvimento do alfabeto grego.
Em Roma:
O alfabeto latino, hoje o mais utilizado no mundo ocidental.
Na América Central:
A escrita Maia era um sistema de ideogramas. Até hoje, é o único sistema de escrita mesoamericano já decifrado.
A FONÉTICA
Já era estudada há 2.500 anos atrás na Índia Antiga.
OS ALGARISMOS
Os árabes, que do século VI ao XIV funcionaram como os grandes transmissores do conhecimento do oriente para o ocidente, trouxeram com eles o conceito do zero, além de nove outros números que também haviam sido desenvolvidos na Índia. Os números, como os conhecemos, são baseados nos ângulos formados entre os traços, como na figura abaixo:
Os algarismos indo-arábicos substituíram os algarismos romanos.
O responsável pela transformação dos números indianos em arábicos foi o matemático e alquimista Al-Khwrizmi, cujas obras serviram de base para os trabalhos do ocultista, astrólogo, alquimista e matemático chamado Al-Gorisma (da onde vem a palavra algoritmo), que trouxe estes numerais para os acampamentos árabes na Espanha. Seus trabalhos foram traduzidos para o latim por volta do século XII. Gradualmente, este sistema “árabe” foi introduzido na Europa e começou a alavancar progressos na ciência e no pensamento filosófico.
O psicólogo Stanley Milgram da Universidade de Yale realizou uma experiência na década de 60 para avaliar o poder da autoridade sobre o bom-senso individual. Inicialmente ele pretendia entender como pessoas comuns, sob o poder de uma autoridade, foram capazes de cometer crimes bárbaros na época do nazismo.
Em resumo, o experimento consistia em um voluntário aplicar choques elétricos em outro voluntário cada vez que este errava uma resposta. E a cada resposta errada, a voltagem da máquina de choques aumentaria. Tudo isso era feito sob os olhos de um cientista (a figura da autoridade, mas que na verdade era um ator). Os choques eram falsos e o segundo voluntário (aquele que sentiria os choques) também era um ator. Sendo assim, apenas o primeiro voluntário (o que aplicaria os choques) desconhecia a verdadeira natureza da experiência. Tudo foi combinado para que o voluntário acreditasse que estava participando de uma experiência sobre aprendizagem e ele não desconfiava que os outros dois (o segundo voluntário e o cientista) eram atores. O voluntário não via o outro que (supostamente) sentia os choques, mas apenas ouvia os seus gritos de dor (os gritos eram na realidade uma gravação). O verdadeiro cientista (Stanley Milgram) observava tudo de uma cabine externa, sem ser visto.
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O resultado foi que a esmagadora maioria dos voluntários aplicou os (falsos) choques até o final da experiência, mesmo depois de o segundo voluntário (o ator) dizer que estava passando mal e implorar para abandonar o experimento. Obs: O ator sempre dizia que era cardíaco e que estava passando mal (isso fazia parte do roteiro).
Os voluntários, sem saberem que os choques que aplicavam eram falsos, se sentiam constrangidos e até nervosos, acreditando que estavam realmente machucando o outro, mas aceitavam continuar o experimento, seguindo a orientação (autoridade) do cientista (o outro ator). Este sempre mandava o voluntário continuar com o experimento, dizendo ser importante levar aquilo até o final.
Poucos voluntários se recusaram a prosseguir, mesmo cientes de que poderiam abandonar o experimento a qualquer momento. Obs: Todo voluntário leu e assinou um contrato que lhe dava o direito de abandonar o experimento a qualquer momento, caso sentisse vontade.
Esta experiência foi realizada de novo recentemente (sob a supervisão de um psicólogo) e mostrada no Discovery Channel. Da década de 60 para cá, o resultado só piorou. Isto é, aumentou a porcentagem de pessoas que aceitavam aplicar os choques até o final do experimento. Mesmo sentindo-se incomodados por (supostamente) estarem aplicando choques em alguém, poucos voluntários se recusaram a prosseguir, apesar de estarem cientes de que poderiam abandonar o experimento a qualquer momento.
No final, o jogo era revelado pelo cientista real (o psicólogo) e o voluntário tomava conhecimento de que não estava aplicando choques de verdade. Quando perguntado sobre a razão de aceitar aquilo, o voluntário geralmente justificava-se dizendo algo como: “apenas segui as ordens que me foram dadas, não queria decepcionar o cientista”.
O psicólogo concluiu que o ser humano em geral é capaz de fazer coisas que vão contra a sua própria moral e bom-senso, e que age assim para se sentir aceito em um grupo (seja uma turma de amigos, uma empresa, um partido político etc) e a figura de uma autoridade, um chefe ou líder influencia as ações das pessoas, mesmo que essas ações sejam contrárias à moral do indivíduo ou de um grupo.
Tanzan e Ekido caminhavam juntos numa estrada enlameada. Caía ainda uma chuva forte. Junto a um cruzamento da estrada, encontraram uma bela moça que não conseguia atravessar porque não queria sujar o belo kimono de seda que trazia.
- Anda moça – disse Tanzan imediatamente. E carregando-a nos seus braços, atravessou-a para o outro lado da zona mais enlameada.
A partir daí, Ekido ficou calado todo o caminho que percorreram até à noite.
Ao chegarem ao templo onde ficariam a pernoitar, Ekido não conseguiu se conter e disse a Tanzan:
- Nós, os monges, não nos aproximamos de mulheres. Especialmente se tão jovens e bonitas. É perigoso. Porque fizeste aquilo?
- Eu deixei a moça lá atrás – disse Tanzan – Tu ainda estás a carregá-la?
Alguns cegos decidiram aprender o que era um elefante
tocando partes diferentes do animal.
Um tocou o lado do corpo do elefante e o descreveu como uma
parede. Outro tocou a tromba e ficou convencido de que o animal era como uma
serpente. O que tocou o joelho disse tratar-se de uma árvore. O que tocou as
presas disse que um elefante era como duas espadas.
Mais tarde, ao se reunirem, os cegos se envolveram em uma discussão acalorada.
Cada um tinha sua própria versão do bicho, mas nenhuma delas parecia se
encaixar com a do outro. Embora estivessem individualmente certos, a
intolerância em compreender a verdade do próximo impedia a todos de entender o
que era realmente o elefante.
O jainismo prega a multiplicidade de pontos de vista. Segundo
esta doutrina, nenhum ponto de vista pode abranger sozinho toda a verdade. Este
é um dos pilares que sustenta a filosofia jainista da não-violência. Ou seja, conflitos são evitados ao respeitar o ponto
de vista alheio.