A cidade antiga de Pompeia foi soterrada pelas cinzas do vulcão Vesúvio em 79 d.C.
No séc. XVIII, Pompeia foi redescoberta por acaso e começaram as escavações, revelando uma cidade muito bem preservada. Hoje ela é um sítio arqueológico e ponto turístico dos mais importantes para o estudo da antiga sociedade romana.
As escavações em Pompeia revelaram muitas pinturas, esculturas, casas aristocráticas, tabernas, praças, templos, teatros e uma arena (anfiteatro) de gladiadores...
Praça da antiga Pompeia com o vulcão Vesúvio ao fundo.
Afresco
Museu dentro do sítio arqueológico.
Uma das muitas casas redescobertas.
Utensílios da época
Ruínas de um templo.
Teatro
O Lupanar era a casa de prostituição da época. Esta é uma pintura gravada sobre a porta de um dos quartos da casa.
Os corpos são muitos e são de pessoas de verdade. Os arqueólogos colocaram gesso nas cavidades onde os encontraram para assim preservar a posição como foram achados.
Pink Floyd ao vivo no anfiteatro da antiga Pompeia:
O melhor vídeo sobre Pompeia. Um passeio pelas principais curiosidades da cidade, incluindo o Lupanar, várias casas, teatro, anfiteatro... Assistam:
A arqueologia contemporânea discute se houve escravidão no Egito antigo. Há muitas dúvidas ainda neste tema, mas a visão de um Egito escravocrata pode ser apenas um equívoco de historiadores antigos, como o grego Heródoto, que descreveu o Egito de tempos muito anteriores ao dele sob as lentes de uma Grécia escravocrata na qual ele vivia. Essa visão também é reforçada pela mitologia bíblica e pelos filmes de Hollywood, ambos com viés ideológico. O que já se sabe é que as pirâmides foram construídas por trabalhadores livres e bem remunerados para os padrões da época.
Vídeo sobre os filmes que propagam a escravidão no Egito antigo:
O esquema abaixo [em formato de pirâmide] ilustra em linhas gerais e grosso modo a divisão social do trabalho e, por consequência, a hierarquia social do Egito faraônico.
Na base: fazendeiros, agricultores; trabalhadores livres do campo e os artesãos que produziam ferramentas básicas do trabalho cotidiano.
Um nível acima: soldados, incluindo aqueles que foram derrotados em batalha e incorporados ao exército do faraó. Obs: na Roma antiga, os guerreiros derrotados geralmente se tornavam escravos, mas no Egito era comum os vencidos serem aproveitados como aliados.
O terceiro nível: artistas especializados na construção e manutenção de obras faraônicas [obras do Estado] como túmulos e templos e outros serviços dedicados à crença da vida eterna. Esse trabalho empregava muita gente.
No estágio mais alto: o faraó e sua família, os sacerdotes e os comandantes militares. O faraó era o chefe militar e mantenedor das tradições, os sacerdotes guiavam os rumos da religião e os comandantes militares podiam assumir o posto de faraó se necessário.
Esta postagem vai abordar as línguas escritas mais antigas do mundo:
o acádio e o egípcio. Também a importância do alfabeto fenício.
Por fim, desfazer alguns mitos à luz da Ciência atual.
O Crescente Fértil
Línguas faladas na Mesopotâmia [atual Iraque]:
Sumério - língua de família isolada;
Acádio - língua do ramo semítico, falada pelos
assírios e babilônios;
Aramaico - do ramo semítico, a língua oficial dos
assírios. Ainda é falada na atual Síria.
O livro mais antigo do mundo foi escrito em língua acádia, chama-se Epopeia de Gilgamesh, narrativa baseada num mito sumério sobre um rei que governa após um dilúvio. Séculos mais tarde, seria uma inspiração para o mito hebraico da arca de Noé.
Línguas faladas em outras partes do Oriente Médio [Levante e Península Arábica]:
Fenício - língua semítica, falada na Fenícia (onde hoje é o Líbano);
Hebraico - língua semítica, falada pelos hebreus;
Árabe - língua semítica, falada pelos árabes e outros
povos.
Todas essas línguas do ramo semítico pertencem à família afro-asiática.
Aos fenícios é atribuída a invenção do alfabeto que, mais tarde, inspirou a escrita grega [língua da família indo-europeia].
Obs: além do grego, a famíliaindo-europeia inclui o sânscrito, que deu origem a uma grande parte das línguas da Índia; o persa, que deu origem às línguas faladas hoje no Irã e Afeganistão; o latim e as línguas derivadas dele; e também as línguas germânicas [alemão, holandês, inglês, dinamarquês, sueco, norueguês etc] entre outras línguas europeias e asiáticas.
Línguas no norte da África [terras entre o Mar Mediterrâneo e o Saara]
O egípcio [no nordeste], o fenício [em Cartago - hoje Tunísia] e línguas de povos berberes [no noroeste], entre outras.
Os povos do deserto [Saara - norte da África] têm origem nas migrações de povos da Anatólia [atual Turquia] e do Levante [atual Síria, Líbano e Palestina] que ocorreram antes da invenção da escrita, no período neolítico. Esses povos do leste passaram a habitar onde hoje se localizam Egito, Líbia, Tunísia, Argélia, Marrocos, Mali etc. Daí uma razão para as línguas faladas no norte da África pertencerem à família afro-asiática, milênios antes de o islamismo existir.
Muito mais tarde, na Idade Média, a expansão islâmica levou para o norte da África a língua árabe, falada lá até hoje.
E na Europa, os muçulmanos propagaram as Ciências e as Artes que eles conservaram [dos gregos, romanos, egípcios, fenícios, árabes, persas, indianos, chineses...]. Isso foi o combustível que reascendeu a chama do conhecimento naquele continente, tirando-o da Idade das Trevas. Hoje conhecemos esse período como Renascimento.
No Egito [nordeste da África e Península do Sinai]:
Egípcio Antigo - língua afro-asiática, falada em todo o Egito antigo.
Copta - língua descendente do egípcio clássico, hoje sendo litúrgica em cerimônias cristãs no Egito.
Os textos religiosos mais antigos já encontrados no mundo são os Textos das Pirâmides, escritos nas paredes internas de algumas pirâmides de faraós sepultados em Sakkara. Exemplos são a pirâmide do faraó Unas e do faraó Tetis.
Obs: Imotepe foi um grande arquiteto e engenheiro. Ele projetou e construiu a primeira pirâmide do mundo, a pirâmide de Djoser, na necrópole de Sakkara . Todo o resto que se afirma hoje sobre ele é lenda e misticismo, não História.
A arqueologia atual sabe e afirma que as pirâmides não foram construídas com trabalho escravo. Foram construídas por artesãos especializados e bem pagos, e era um serviço de prestígio na época.
O Egito se localiza em dois continentes: África e Ásia [Península do Sinai]. Por sua posição geográfica, foi uma região de intensas migrações, principalmente entre África e Oriente Médio, desde a pré-história. Isso inclui relações comerciais amistosas e períodos de disputa territorial [guerras].
O tratado de paz mais antigo que se tem conhecimento foi firmado entre egípcios e hititas [povo indo-europeu da Anatólia] durante o governo de Ramsés II.
Obs: o êxodo dos hebreus é uma narrativa mitológica, não um fato histórico. Por mais que se procure, não há evidências arqueológicas do êxodo, mas há muitas evidências contrárias a tal narrativa, que por seu estilo literário, denota ser um mito de fundação.
A estela de Meremptah não menciona o povo de Israel. Ela é um monolito comemorativo às vitórias bélicas do faraó. O nome mencionado é "isiriar", povo que [segundo o texo] foi massacrado pelo faraó. Não há como afirmar se tratar de Israel.
Mais tarde, o Egito foi dominado pelos persas. Eles só recuaram quando o exército de Alexandre da Macedônia os venceu. A partir daí, a cultura egípcia e grega se fundiram, dando origem à famosa Biblioteca de Alexandria, que mantinha os textos mais importantes da época. E por 300 anos houve avanços científicos e grandes obras literárias guardados por essa biblioteca. Mulheres como a rainha Cleópatra VII e a cientista Hipátia de Alexandria zelaram por esse riquíssimo acervo literário, que variava entre descobertas astronômicas, peças teatrais do dramaturgo Sófocles, textos líricos da poetisa Safo de Lesbos, entre outros.
Obs: filósofos como Tales de Mileto e outros passaram pelo Egito muito antes desse período helenístico. Lá possivelmente eles receberam conhecimentos matemáticos egípcios, entre outras coisas. Ou seja, a interação entre Egito e o mundo grego já existia há pelo menos 1 século antes de Alexandre da Macedônia.
Após a morte de Cleópatra VII, última rainha macedônica, o Egito passou ao domínio do Império Romano. Séculos mais tarde, com a cristianização do Império Romano, a Biblioteca de Alexandria foi destruída e quase todo o seu acervo foi perdido para sempre. Hipátia de Alexandria [bibliotecária-chefe, filósofa, astrônoma e professora] foi brutalmente espancada até a morte.
Obs: a polêmica sobre a etnia da rainha Cleópatra e dos egípcios antigos
Sobre Cleópatra, com base na História e na iconografia da época, muito provavelmente era de linhagem macedônica pura, visto que reis e rainhas no Egito eram filhos de casamentos incestuosos entre membros da realeza. E sabe-se que essa era a regra também no período dos faraós macedônicos.
Sobre a etnia dos egípcios antigos, é uma questão ainda mais polêmica. A Ciência não tem uma resposta definitiva. O que pode ser descartado é o que clamam os grupos ideológicos que defendem uma identidade étnica, seja ela branca ou negra ou outras. Historicamente, o Egito sempre foi multiétnico. Porém, isso não significa que eram brancos ao norte, negros ao sul e miscigenados entre o norte e o sul. As noções atuais de branco [caucasoide] e negro [África subsaariana] não se aplicam dessa forma ao Egito antigo. Nem mesmo a noção de árabe pode ser aplicada de forma simplista e genérica ao Egito atual, muito menos no Egito Antigo.
Essa polêmica surgiu principalmente de grupos ideológicos que, com manipulação de informações [pseudociência] reivindicam essa rica cultura proclamando-se como únicos herdeiros, caracterizando uma apropriação indevida e desrespeitosa para com o povo egípcio atual e sua história.
Para concluir, o problema não é atores brancos ou negros [ou latinos ou mestiços...] fazendo papéis de egípcios. O problema é quando uma etnia distante do Egito reivindica para si o legado histórico egípcio, como tem acontecido. O Egito nada tem a ver com o Senegal e a Etiópia, e muito menos com o Brasil e os Estados Unidos da América. Cada um desses povos tem a sua história. A ideologia afrocêntrica [ou pan-africanismo, surgido na déc. 1970] é tão equivocada quanto foi a ideologia eurocêntrica anteriormente. Ambas são pseudociência.
Mais informações sobre questões étnicas do Egito no link abaixo:
Notícia (setembro 2024): casal é proibido de registrar filho com nome do primeiro faraó negro. Bebê nasceu em 31 de agosto e ainda não tem certidão de nascimento.
Nova decisão: no fim da tarde de quarta-feira, 11 de setembro, Justiça autorizou o registro do nome Piiê.
História
Os faraós negros eram provenientes do reino de Cuxe, na antiga Núbia. Eles governaram o Egito por mais ou menos 100 anos (de 744 a 656 a.C.). Foram a vigésima quinta (XXV) dinastia e adotaram a religião e os costumes egípcios.
E para inspirar outros pais amantes da cultura egípcia antiga...
aqui vai uma lista de nomes egípcios muito bonitos para registo em cartório.
NOMES MASCULINOS
Osíris - deus da agricultura, do renascimento e da vida eterna.
Hórus - deus falcão, deus do céu e da proteção celestial.
Djoser [pronúncia: Dhíoser] - faraó da 3ª dinastia. Construiu a primeira pirâmide do mundo (2.600 a.C.)
Imotepe - sábio [médico, engenheiro, astrônomo etc] foi o arquiteto da primeira pirâmide do mundo. Seu nome significa "aquele que vem em paz".
Menquerés - o último faraó a edificar um templo do sol (2.400 a.C). Mas isso não significa que o sol deixou de ser adorado no Egito antigo. Seu nome significa "eterna é a alma [o Ka] de Rá [o sol]".
Nefercaré - foi um faraó. Seu nome significa "belo é o Ka de Rá". Ou seja, "bela é a alma [ou força] de Rá [Ré, o sol]".
Amenotepe [tradução: Amon está em paz]. Governou durante o período conhecido como Novo Reino. Seu nome possui uma versão grega igualmente bonita: Amenófis.
Ramsés - o faraó Ramsés II publicou o primeiro tratado de paz da História. Seu nome significa "Nascido de Rá [o sol]". Ele edificou vários templos, o mais famoso fica em Abu Simbel.
Amon-Rá - deus que sincretiza duas divindades egípcias, o vento [Amon] e o sol [Rá ou Ré]. Dica: se inverter, fica Rá-Amon, sou seja, Ramon. Nenhum cartório brasileiro implicaria com o nome Ramon.
NOMES FEMININOS
Ísis - deusa da fertilidade, da maternidade, hoje associada à dança do ventre.
Nefertiti - foi uma rainha. Seu nome significa "A bela chegou".
Anquesenamon - foi uma rainha. Seu nome significa "Vive através de Amon [o vento]".
Nefertari - foi uma rainha, esposa de Ramsés II, o Grande. Nefertari significa "a mais bela".
Vocabulário egípcio antigo:
tepe = paz, satisfação, satisfeito(a).
ka [que] = alma, espírito, força vital.
Rá ou Ré(s) = deus sol.
Amon = deus do vento, do invisível, do oculto.
nefer = belo(a).
ank [anque] = vida, vivo(a).
Ank
Num país como o Brasil, onde há tantos nomes com k, y, w, duplo n [nn], duplo L [LL] e até com ING... o cartório foi implicar com um nome de boa: Piiê.
Obs: Os nomes de rainhas, faraós e deuses egípcios possuem variações na escrita. Algumas mais tradicionais na transliteração dos hieróglifos, outras mais aportuguesadas e contemporâneas. Nesta postagem usarei [sem aviso] todas as variações de nomes que encontrei. Então, por exemplo, o nome Ankhesenamun pode ser visto também como Anksenamon e Anquesenamon. As três variações do nome se referem à mesma rainha. As traduções dos nomes aparecerão entre aspas ou entre colchetes [ ].
Templo mortuário de Hatshepsut - próximo ao Vale dos Reis
Hatshepsut
"A mais importante das damas nobres" governou o Egito sozinha, sendo talvez a primeira governante da História. Construiu um dos mais belos templos mortuários do mundo, até hoje bem conservado.
Nefertiti
"A bela chegou" governou com o faraó Aquenáton e também reinou após a morte deste. O casal implementou um culto monoteísta no Egito, adorando apenas o deus sol: Aton.
Ankhesenamun
Tutankamon e Anksenamon
Era filha de Aquenaton e Nefertiti. O faraó Tutancâmon [Imagem viva de Amon] e sua esposa Anquesenamon [Vive pelo deus Amon] restauraram o politeísmo tradicional do Egito antigo. Após o falecimento do marido, ela tentou em vão uma aliança com os hititas.
Cleópatra VII Thea Philopatur
Rainha de linhagem macedônica, governou o Egito ao lado do ditador romano Júlio César. Após o assassinato deste, aliou-se ao general romano Marco Antônio. Na visão dos romanos, o casal ostentou luxo, festas extravagantes e sonhos proibidos. Esse poder sucumbiu diante do recém-nascido Império Romano. Seu nome, traduzido do grego, significa "Filha do pai, a sétima, deusa amada pelo pai".
Curiosidade: a cidade de Memphis [Tennessee, Estados Unidos] tem seu nome inspirado na primeira capital do Egito antigo, que era Memphis, hoje um museu a céu aberto próximo de Cairo, a atual capital do Egito.
Pirâmide moderna na cidade de Memphis, nos Estados Unidos
Horácio (Quintus Horatius Flaccus) nasceu em Venosa, província de Potenza, região da Basilicata, sul da península itálica, em 8 de dezembro de 65 a.C.
Era filho de um escravo liberto.
Conviveu com Augusto, primeiro imperador romano, e com o poeta Virgílio, autor de "Eneida".
Horácio escreveu principalmente sátiras [Sermones], odes [Carminas] e epístolas. Também um tratado filosófico sobre arte.
A expressão carpe diem aparece pela primeira vez em Odes I, 11:8 quando o poeta aconselha a "menina de pensamentos ingênuos". O trecho é assim:
No original em latim:
DVM.LOQUIMVR.FVGERIT.INVIDA.AETAS
CARPE.DIEM.QVAM.MINIMVM.CREDVLA.POSTERO
Tradução:
Enquanto falamos, foge invejoso o tempo.
Aproveita o dia de hoje, minimamente
crendo no amanhã.
Dica de leitura
Horácio: poesia completa, 2023
Este é o livro definitivo sobre a obra de Horácio em língua portuguesa.
Edição bilíngue: latim e português, com comentários. Ano: 2023
Frederico Lourenço, autor dessa obra magnífica, é professor na famosa Universidade de Coimbra, a mais antiga de Portugal. Além do latim, ele também é tradutor de obras em grego antigo, como a ILíada, a Odisseia e a Bíblia [Novo Testamento].
Notas
* Horácio também é o autor das expressões: "Aurea mediocritas", "In media res", "Nunc est bibendum", "juntar o útil ao agradável". As quatro ainda são usadas até hoje. As duas primeiras são conhecidas por qualquer estudante de Literatura. A terceira é usada no meio jurídico [com significado diferente do original] e a quarta é conhecida por todos em senso comum.
* Horácio foi muito influente na obra de Camões e Fernando Pessoa [Ricardo Reis], além de vários outros, é claro.
*Um trisavô meu, avô da minha avó paterna, nasceu na mesma região [Basilicata] e província [Potenza] que Horácio. E muitos séculos antes de Horácio, o filósofo Pitágoras viveu, lecionou e morreu na mesma região.
* Além de Horácio, outro grande poeta nasceu em 8 de dezembro. O vocalista da banda The Doors, o inigualável Jim Morrison.
* Apesar desses ilustres nascimentos, o 8 de dezembro sempre foi um dia triste para mim, porque é a data do assassinato de John Lennon, em Nova York. Justamente considerado um dos artistas mais influentes do século XX. Músico, poeta, ativista da paz e fundador da maior banda de todos os tempos: The Beatles.
Olhando para a Roma antiga vemos muito da cultura etrusca e também dos antigos gregos. Mas Roma, além de fagocitar a arte de povos vizinhos, desenvolveu e gerou sua própria arte.
A seguir apontarei algumas diferenças de destaque na cultura romana.
Na arquitetura e urbanismo
Grécia (Hellás)
Roma (SPQR)
Pilar e dintel
Templos com colunas. Ex: Partenon.
Ágora
Teatro.
Arcos triunfais e
aquedutos.
Construções com abóbadas e domos.
Ex: Panteão.
Fórum
Anfiteatro. Ex: o Coliseu de Roma e a Arena de Verona.
Além disso:
mausoléus e sistema de esgoto.
Na escultura, pintura e mosaico
Grécia (Hellás)
Roma (SPQR)
Nudez atlética de deuses e semideuses.
Mito, fantasia.
Bustos de imperadores.
Realismo.
Religião, política e literatura
Grécia (Hellás)
Roma (SPQR)
Paganismo, politeísmo. (Zeus)
Democracia
Filosofia e retórica.
Três epopeias: Teogonia; ILIADA; Odisseia.
Poesia lírica: idealização.
Teatro: tragédia e comédia [atores].
Noções de ateísmo.
Paganismo, politeísmo. (Júpiter)
República, senado
Direito e oratória.
Uma epopeia: Eneida.
Poesia lírica: pragmatismo.
Pão e circo [gladiadores].
Cristianismo original.
Muito do que se via na Grécia antiga via-se também na Roma antiga. Mas assim como a Grécia, Roma também acrescentou muitas novidades ao mundo. O nosso modo de vida atual tem sua origem nessas culturas.
Por sua vez, Grécia e Roma tiveram influência de culturas mais antigas, como Egito e Fenícia.