Laissez ma bouche découvrir la mystique autour du votre Mont de Vénus.
Ma langue racontera vos histoires préférées sans mots.
Laissez-moi toucher votre âme dans la peau.
Et nous trouveron ici la "petite mort",
Où tout les pensées sont perdu.
domingo, 31 de março de 2019
quarta-feira, 20 de março de 2019
Cuidado com a língua!
Cuidado com a língua nunca é demais!
Quando vejo um Mestre de uma universidade federal publicar um artigo cujo resumo começa assim: "O presente trabalho pretende apresentar [...]" Pr, pr, pr... Parece que estou ouvindo o coaxar do sapo cururu no campo da cacofonia. Como continuar lendo um artigo que começa assim? Onde está a criatividade ao iniciar um texto?
Outro exemplo:
Um outro Mestre também de uma universidade federal usa a abreviatura Ms para se apresentar como Mestre. Façam uma visita ao site da Academia Brasileira de Letras e vejam qual é a abreviatura correta para Mestre/Mestra!
E são esses acadêmicos que, de longe, bem longe das salas de aula do ensino fundamental, criticam o "ensino tradicional da gramática normativa". Dizem que "há uma ideologia dominante por trás da escolha da variante culta da língua", e que os alunos devem ser "ensinados a pensar por eles mesmos, terem pensamentos críticos, serem questionadores".
Mas proponho duas questões:
1- Como esses acadêmicos aprenderam a escrever e publicar artigos? Resposta: na época em que eram alunos do ensino fundamental, foram obrigados a estudar a chata gramática tradicional e normativa imperialista dominante. E se não tivessem tido esse conteúdo no ensino fundamental, os textos desses Mestres seriam muito piores!
2- Se abandoarmos de vez o ensino da gramática tradicional no ensino fundamental e focarmos nossos esforços em ensinar o aluno a ser um questionador o que teríamos? Resposta: pessoas que não sabem ler e escrever corretamente (com coesão, coerência e conteúdo) e que não conseguem compreender e interpretar o que leem, mas que criticam, duvidam e questionam tudo (a sabedoria intrínseca em um texto filosófico ou literário, a autoridade dos pais, a autoridade de um professor, a hierarquia em uma sociedade, o motivo de ele estar na escola, a razão de ele ser obrigado a estudar conteúdos de que ele não gosta...). E isso infelizmente nós já temos, mas seria ainda pior! Seria uma anarquia! Seria o fim da civilização!
Antes de ser crítico e questionador, o aluno deve ser capaz de entender o que lê. E conhecer as normas básicas de comunicação em sociedade. Questionar sem entender não é ser crítico, é ser ignorante (etimologia do grego, significa sem conhecimento).
Obviamente, toda variante oral deve ser respeitada e o preconceito linguístico combatido. Mas o pensamento crítico só se torna realmente possível a partir de um letramento bem feito, um conhecimento linguístico apurado e um conhecimento de causa (a partir de muitas leituras comparativas, pesquisas científicas e experiências empíricas).
Não se deve ensinar o aluno do ensino fundamental a ser um crítico sem conteúdo, um questionador de tudo, ao contrário, ele deve ser ensinado a abraçar a oportunidade que lhe está sendo ofertada. A educação é o bem mais valioso de que ele pode dispor para ampliar seus horizontes. E se ficarmos apenas nessa de "valorizar o contexto social do aluno" ele não terá a chance de conhecer novos horizontes, novas oportunidades, outras realidades, mas ficará preso apenas a aquela realidade e contexto social que ele já conhece.
Deve-se ensinar o aluno a pensar, a refletir sobre um texto. Mas as reflexões devem ser orientadas e guiadas pelo professor baseando-se em valores humanos universais. O pensamento crítico individual só virá com a idade e a maturidade, mas após um longo percurso de letramento (com gramática tradicional, muita leitura, muita produção de texto, muita correção e revisão). Não na infância, não na adolescência, o pensamento crítico tem seu lugar na vida adulta, cidadã, totalmente responsável por seus atos. E, reitero, após um longo e árduo processo de letramento (a educação não tem que ser lúdica todo o tempo, ela necessita de trabalho árduo e dedicação do estudante).
Não se deve ensinar o aluno do ensino fundamental a ser um crítico sem conteúdo, um questionador de tudo, ao contrário, ele deve ser ensinado a abraçar a oportunidade que lhe está sendo ofertada. A educação é o bem mais valioso de que ele pode dispor para ampliar seus horizontes. E se ficarmos apenas nessa de "valorizar o contexto social do aluno" ele não terá a chance de conhecer novos horizontes, novas oportunidades, outras realidades, mas ficará preso apenas a aquela realidade e contexto social que ele já conhece.
Deve-se ensinar o aluno a pensar, a refletir sobre um texto. Mas as reflexões devem ser orientadas e guiadas pelo professor baseando-se em valores humanos universais. O pensamento crítico individual só virá com a idade e a maturidade, mas após um longo percurso de letramento (com gramática tradicional, muita leitura, muita produção de texto, muita correção e revisão). Não na infância, não na adolescência, o pensamento crítico tem seu lugar na vida adulta, cidadã, totalmente responsável por seus atos. E, reitero, após um longo e árduo processo de letramento (a educação não tem que ser lúdica todo o tempo, ela necessita de trabalho árduo e dedicação do estudante).
Como alguém pode ser crítico se ainda não responde criminalmente por seus atos? Como alguém pode ser crítico se ainda não é emancipado dos pais? Como alguém pode pode ser crítico numa fase biopsicológica em que o mais primordial é a aceitação e inserção em um grupo social, valorizando mais a opinião alheia do que a construção da própria individualidade? Como alguém pode ser crítico quando usa o celular o tempo todo na sala de aula com fones para ouvir música (celular que ganha dos pais e cuja conta é bancada pelos pais)?
Esse último parágrafo levanta outras questões que vão além da sala de aula.
Um celular com câmera, gravador de voz e acesso à internet e com tudo de ruim que a internet pode oferecer, desde redes sociais até pornografia e violência, é muito poder e responsabilidade na mão de uma criança ou adolescente que ainda desconhece noções mínimas de responsabilidade. Obviamente o celular com jogos violentos e coloridos lhes parece mais atrativo do que a aula chata de gramática normativa, ou exercícios matemáticos ou textos de qualquer disciplina curricular, o que demandaria a eles concentração e trabalho árduo.
Outra questão a ser levantada é a infantilização de crianças e jovens em nossa sociedade. Há um fetiche brasileiro pela infância risonha e irresponsável. Essa corrente luta contra uma infância proveitosa, responsável, estudiosa e séria. No senso comum, a infância é uma época de alegrias e brincadeiras apenas, sem traumas, sem conflitos. Mas isso nunca foi verdade! A infância é a época mais marcante para traumas e sonhos, é a época mais biologicamente eficaz para estimular a criação de uma sociedade cidadã e responsável ou para se criar rebeldes que não se adequam à vida em conjunto. Porém, defender a ideia de que a criança deve ter tarefas, deve ser responsável e séria se tornou uma afronta para alguns "pais e teóricos da educação".
Esses pais e teóricos deveriam pensar o seguinte: "Se não fossem por aqueles pai e mãe presentes, se não fossem por aqueles professores rígidos, se não fossem todas aquelas cobranças, se não fosse o ensino tradicional de conteúdos curriculares, onde eu estaria agora?". Eles devem parar de levar seus traumas infantis para as reuniões de pais ou para seus artigos acadêmicos e pensar no bem que a rigidez, disciplina e cobrança fizeram a eles próprios. Não cobrar é o mesmo que abandonar o aluno ao próprio destino.
Reitero: o ensino pode até ser lúdico algumas vezes, mas jamais pode dispensar a rigidez, o trabalho árduo, a disciplina comportamental e a cobrança. Os conteúdos curriculares básicos e fundamentais nem sempre são atraentes, mas não são dispensáveis. A tabuada, a conjugação de verbos, a linha do tempo de fatos históricos, a memorização de mapas, entre outros, são conteúdos que os alunos devem ter na ponta da língua antes de se pensar em ensinar a eles o "pensamento crítico".
E o cuidado com a língua nunca é demais. Se isso não for levado a sério, daqui a pouco teremos professores de Língua Portuguesa escrevendo "intendi" (entendi), "fraze" (frase) etc; como já vi por aí.
Esse último parágrafo levanta outras questões que vão além da sala de aula.
Um celular com câmera, gravador de voz e acesso à internet e com tudo de ruim que a internet pode oferecer, desde redes sociais até pornografia e violência, é muito poder e responsabilidade na mão de uma criança ou adolescente que ainda desconhece noções mínimas de responsabilidade. Obviamente o celular com jogos violentos e coloridos lhes parece mais atrativo do que a aula chata de gramática normativa, ou exercícios matemáticos ou textos de qualquer disciplina curricular, o que demandaria a eles concentração e trabalho árduo.
Outra questão a ser levantada é a infantilização de crianças e jovens em nossa sociedade. Há um fetiche brasileiro pela infância risonha e irresponsável. Essa corrente luta contra uma infância proveitosa, responsável, estudiosa e séria. No senso comum, a infância é uma época de alegrias e brincadeiras apenas, sem traumas, sem conflitos. Mas isso nunca foi verdade! A infância é a época mais marcante para traumas e sonhos, é a época mais biologicamente eficaz para estimular a criação de uma sociedade cidadã e responsável ou para se criar rebeldes que não se adequam à vida em conjunto. Porém, defender a ideia de que a criança deve ter tarefas, deve ser responsável e séria se tornou uma afronta para alguns "pais e teóricos da educação".
Esses pais e teóricos deveriam pensar o seguinte: "Se não fossem por aqueles pai e mãe presentes, se não fossem por aqueles professores rígidos, se não fossem todas aquelas cobranças, se não fosse o ensino tradicional de conteúdos curriculares, onde eu estaria agora?". Eles devem parar de levar seus traumas infantis para as reuniões de pais ou para seus artigos acadêmicos e pensar no bem que a rigidez, disciplina e cobrança fizeram a eles próprios. Não cobrar é o mesmo que abandonar o aluno ao próprio destino.
Reitero: o ensino pode até ser lúdico algumas vezes, mas jamais pode dispensar a rigidez, o trabalho árduo, a disciplina comportamental e a cobrança. Os conteúdos curriculares básicos e fundamentais nem sempre são atraentes, mas não são dispensáveis. A tabuada, a conjugação de verbos, a linha do tempo de fatos históricos, a memorização de mapas, entre outros, são conteúdos que os alunos devem ter na ponta da língua antes de se pensar em ensinar a eles o "pensamento crítico".
E o cuidado com a língua nunca é demais. Se isso não for levado a sério, daqui a pouco teremos professores de Língua Portuguesa escrevendo "intendi" (entendi), "fraze" (frase) etc; como já vi por aí.
sexta-feira, 15 de março de 2019
My CV in english
Nationality:
Brazilian, from Vitória-ES
Date of birth:
July, 15 -1978
______________________________________________________________________________________________
DIPLOMAS
1- Social Communication-
Advertising and Propaganda (marketing) concluded in 2005;
2- Professor: portuguese
grammar and literature, concluded in 2010;
3- Master in Literary Studies, concluded in 2011.
______________________________________________________________________________________________
MAIN EXPERIENCES OF WORK
Serra city hall (school)
(2017 - current) - Teacher (portuguese language and literature)
Multivix (University) (2012-2016 and current) –
Professor
Pronatec (tech curse)
(2016 - 2017) – Teacher (portuguese language and marketing)
Escola Almirante Barroso (School) (2006-2007) - Teacher (portuguese language and literature)
APAE (Third Sector) (2004-2005) – marketing manager and journalist writer/editor.
Banestes Seguros (Insurance company) (2003-2004) - Trainee
______________________________________________________________________________________________
COMPUTER
Windows, Word, Power
Point, Adobe Photoshop, Chrome.
______________________________________________________________________________________________
LANGUAGES
Portuguese, English,
Italian, French, Spanish.
______________________________________________________________________________________________
MAIN KNOWLEDGES AND SKILLS
- Languages;
- Literature,
philosophy, psychoanalysis (Freudian) and C.G Jung’s theory.
- Comparative
literature, visual arts and music.
- Cooking: Brazilian
cuisine, Italian cuisine and others.
- History of
Popular Music.
_____________________________________________________________________________________________
EXTRACURRICULAR ACTIVITIES
- Practicing of
conversation and writing (English, Italian, Spanish and French);
- Visiting museums in São
Paulo city, Brazil;
- Cooking;
- Watching great movies
from several countries;
- Writing a blog:
interludico.blogspot.com.br
- Letras Serra: group in
Facebook about Literature, Linguistic, Grammar and arts.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019
Professor(a) de português
Basicamente:
01 - Professor(a) de português não nasce; deriva-se.
02 - Professor(a) de português não cresce; vive
gradações.
03 - Professor(a) de português não se movimenta;
flexiona-se.
04 - Professor(a) de português não é filha de mãe
solteira; resulta de uma derivação imprópria.
05 - Professor(a) de português não tem família; tem
"parênteses".
06 - Professor(a) de português não envelhece; sofre
anacronismo.
07 - Professor(a) de português não assiste TV; analisa
o enredo.
08 - Professor(a) de português não tem dor aguda; tem
crônica.
09 - Professor(a) de português não anda; transita.
10 - Professor(a) de português não conversa; produz
texto oral.
11 - Professor(a) de português não fala palavrão;
profere termos escatológicos.
12 - Professor(a) de português não se corta; faz hiato.
13 - Professor(a) de português não grita; usa
vocativos.
14 - Professor(a) de português não dramatiza; declama
com emotividade.
15 - Professor(a) de português não se opõe; tem
problemas de concordância.
16 -Professor(a) de português não discute; recorre a
proposições adversativas.
17 - Professor(a) de português não exagera; usa
hipérboles.
18 - Professor(a) de português não compra supérfluos;
possui termos acessórios.
19 - Professor(a) de português não fofoca; pratica
discurso indireto.
20 - Professor(a) de português não é frágil; é átona.
21 - Professor(a) de português não fala demais; usa
pleonasmos.
22 - Professor(a) de português não se apaixona; cria
coesão contextual.
23 - Professor(a) de português não tem casos de amor;
faz romances.
24 - Professor(a) de português não se casa; conjuga-se.
25 - Professor(a) de português não depende de ninguém;
relaciona-se por subordinação.
26 - Professor(a) de português não tem filhos; gera
cognatos.
27 - Professor(a) de português não tem passado; tem
pretérito mais-que-perfeito.
28 - Professor(a) de português não rompe um
relacionamento; abrevia-o.
29 - Professor(a) de português não foge a regras;
vale-se de exceções.
30 - Professor(a) de português não é autoritária;
possui voz ativa.
31 - Professor(a) de português não é exigente; adota a
norma padrão.
32 - Professor(a) de português não erra; recorre à
licença poética.
Autor(a) desconhecido(a)
quarta-feira, 26 de dezembro de 2018
Debater contra a razão X narcisismo atual
A imagem acima ilustra uma conduta comportamental muito comum em nossa sociedade atual. A personagem caricata na charge debate contra a balança, valorizando mais a sua opinião pessoal e narcisista, contra uma máquina de precisão, sem emoção, sem argumentos, apenas exata. A balança não julga ninguém pela cor de pele, peso, classe social, religião etc, apenas mede a massa corporal de forma fria e exata.
Não estou falando aqui sobre peso, dieta ou coisas do tipo. Estou usando a imagem acima apenas como alegoria para ilustrar um ponto:
De um lado, há os argumentos, provas e teorias racionais, científicas, lógicas, exatas, aceitas por uma comunidade letrada e que tem méritos mediante muito estudo, trabalho, sacrifício e esforço. E há aqueles que ouvem a razão, mesmo não entendendo a ciência, acreditam na comunidade científica, ouvem o estudioso, o especialista, porque compreendem que eles têm méritos para afirmar ou negar algo dentro de suas respectivas áreas de estudo, de pesquisa ou de experiência.
De outro lado, há aqueles que defendem o próprio umbigo, que clamam por "justiça" para si próprios ignorando o significado de Justiça, que se usam de palavras inteligentes roubadas de alguém e citadas fora de contexto para atacar um fato. Os indivíduos narcisistas, egoístas e egocêntricos tentam impor a sua própria opinião mesmo contra toda a lógica.
Há tempos existe em todo o mundo uma tentativa de diminuir e menosprezar o nerd, o CDF; e pior, ignorar o especialista, o mestre, o doutor, o filósofo e o professor, principalmente quando estes não dizem o que a sociedade quer ouvir, mas o que as pessoas precisam ouvir.
É claro, devemos ter autoestima. Mas de novo, a imagem acima não é sobre ter autoestima, é sobre discordar de algo lógico, preciso, exato e científico. Lembrando: o assunto aqui é sobre narcisismo. É sobre debater contra a lógica, baseando-se em expectativas pessoais e ignorando a razão.
São frases típicas dos narcisistas: "esse é meu direito", "essa é minha opinião", "sou assim mesmo, tem que me aceitar como eu sou".
A cura para o narcisismo e outras atitudes nocivas é a empatia. É aprender a ouvir. É aprender a ler e compreender o que é lido. Em suma: é ter Educação.
A cura para o narcisismo e outras atitudes nocivas é a empatia. É aprender a ouvir. É aprender a ler e compreender o que é lido. Em suma: é ter Educação.
domingo, 30 de setembro de 2018
Dica de bandas
Amo os clássicos do rock de 1956 a 1994 (ou seja, da estreia
do Elvis ao fim do Nirvana). Mas aqui segue uma lista de bandas menos
conhecidas e que, na maioria dos casos, ainda está na ativa. Bandas que
realmente merecem maior divulgação e reconhecimento:
Estados Unidos-Costa Leste:
- Fugazi (Washington
D.C.; 1987 - 2003) – post-hardcore, art punk, experimental.
- Interpol
(New York City; 1997 - presente) – post-punk revival.
- DIIV
(NYC; 2011 - presente) – shoegazing, dreampop.
- Galaxie
500 (Cambridge, Massachusetts; 1987 - 1991) – dream pop, slowcore.
- Dinosaur
Jr. (Massachusetts; 1984 - presente) – hard rock.
- Days of
the New (Indiana; 1995 - 2014) – post-grunge, acoustic rock.
- SOJA (Virginia; 1997 - presente) – pop reggae.
- Cat Power (Atlanta , Georgia; 1992 - presente) –
alternative, folk rock.
Estados
Unidos-Costa Oeste:
- Flamin'
Groovies (San Francisco, CA; 1965 - presente) – power rock and roll.
- Queens of
the Stone Age (Palm Desert, CA; 1996 - presente) – alternative hard rock.
- Groundation (California; 1998 - presente) –roots reggae, jazz fusion, dub.
- Slaughter
(Las Vegas, Nevada; 1988 - presente) – glam metal, hard rock.
Inglaterra:
- Saxon (South
Yorkshire; 1977 - presente) – heavy metal.
- Ride (Oxford;
1988 - presente) – shoegazing, dreampop.
- Ocean
Colour Scene (Birmingham; 1989 - presente) – pop rock.
Todas as bandas supracitadas apresentam um trabalho de
altíssima qualidade e grande valor artístico. Apesar de serem menos conhecidas, contribuem
muito para a história da música pop, do rock e do reggae.
sexta-feira, 28 de setembro de 2018
Depressão
O que tira alguém da depressão não é dizer a ela coisas como "tudo vai melhorar" ou "a vida é bela". As pessoas com depressão são muito inteligentes e entendem a própria realidade como ninguém mais, por isso, se a realidade ao seu redor for amarga, elas não acreditam em frases feitas e discursos de falso otimismo.
O que resgata, cura e salva alguém da depressão, de verdade, é mostrar com palavras ou gestos o que essa pessoa significa para você. Fazê-la sentir-se importante, indispensável, insubstituível.
E isso dá motivação a essa pessoa para fazer de seu mundo um lugar melhor, para si mesma e principalmente para quem orbita nesse mundo: familiares, amigos, colegas etc.
Entenda:
Depressivos sofrem de apego excessivo a boas memórias do passado e excesso de empatia ao próximo num mundo amargo onde a empatia é escassa.
Ansiosos sofrem de patológica autocrítica, preocupações com o futuro e PATOLÓGICA necessidade de agradar a terceiros, com receio de julgamentos externos.
Depressivos sofrem de apego excessivo a boas memórias do passado e excesso de empatia ao próximo num mundo amargo onde a empatia é escassa.
Ansiosos sofrem de patológica autocrítica, preocupações com o futuro e PATOLÓGICA necessidade de agradar a terceiros, com receio de julgamentos externos.
Ambos são inteligentes, retóricos e racionais ao criticarem a si mesmos, são muito rigorosos consigo, mas dão créditos demais à sociedade, perdoam a todos, menos a si mesmos.
segunda-feira, 20 de agosto de 2018
Supertramp - Logical Song (tradução)
Canção Lógica (The Logical Song)
Quando eu era jovem
Parecia que a vida era
maravilhosa
Um milagre
Ah era tão bonita,
mágica.
E todos os pássaros nas
árvores
Cantavam tão felizes
Ah, alegres
Brincalhões, eles me
observavam.
Mas depois eles me
mandaram sair dali
Para me ensinar a ser
sensato,
Lógico,
Ah responsável, prático.
E me mostraram um mundo
Onde eu poderia ser
muito confiável,
Ah, clínico
Ah, intelectual, cínico.
Há momentos quando todo
o mundo dorme
E os questionamentos
são tão profundos
Para um homem tão
simples.
Você não vai, por favor,
me dizer o que aprendemos?
Eu sei que parece
absurdo
Mas por favor, diga-me
quem sou eu
Agora cuidado com o que
você diz
Ou eles vão te chamar
de radical,
Um liberal
Ah, fanático, criminoso.
Ah, por que você não
assina o seu nome?
Gostaríamos de ver que
você é aceitável,
Respeitável,
Ah, apresentável, um
vegetal.
Durante a noite quando
todo o mundo dorme
Os questionamentos são
tão profundos
Para um homem tão
simples
Por favor (você não me
dirá?)
Por favor diga-me o que
aprendemos (consegue me ouvir?)
Eu sei que parece
absurdo
Mas por favor diga-me
quem sou eu
Quem sou eu
Quem sou eu
Quem sou eu
(Pois me sinto tão
ilógico
D-d-digital
Um, dois, três, quatro,
cinco
Oh oh oh oh
Inacreditável
Incrivelmente
maravilhoso).
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