segunda-feira, 26 de outubro de 2015

My Dream Last Night

– by The Trickster

In the evening
You rang the bell,
I opened the door
And even when I saw
I asked to be sure
And then I went to you.

Envolving your waist gently in my arms,
You were surprised,
I kissed your face many times.

I brought you inside
And closed the door
Holding you and kissing you more.

Walking like dancers
(I was leading you)
Backward to the room
To show you all I’ve been preparing
All day long
Waiting for you to come.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

15 de outubro, dia do professor

Ser professor é o que eu mais queria para a minha vida profissional! Primeiro foi uma escolha pessoal e certeza de que era isso que eu queria, depois foi uma benção alcançar essa meta (uma verdadeira benção!).

Tive ótimos professores, eles foram uma inspiração para mim! Todos estão na minha memória, em cada detalhe, até hoje, e sempre levarei comigo o que me ensinaram. Guardo na cabeça, coração e também os cadernos da época de escola e faculdade...

Além de uma verdadeira admiração, tenho um sentimento de gratidão a eles e todos os professores que trabalham com ética, competência e amor pela profissão – que às vezes, vejo como uma nobre causa! (É impossível Educar sem amor!)


Amo esses profissionais que nos motivam, ajudam e às vezes são mais do que profissionais: alguns são amigos, outros anjos em nossas vidas! Demonstro minha gratidão seguindo essa profissão, que escolhi, amo e admiro.

domingo, 11 de outubro de 2015

Despertar (Renan)

Quando a noite envelhece e morre
Ela amanhece com todos os anseios
Que todos julgavam perdidos nos travesseiros
Mas que estão vivos no sangue que inda corre.

Do que vale a poesia se não fizer raiar o dia? Ela não é a luz do sol irradiado, mas seu significado, porque não se alimenta o homem só de pão, mas de toda palavra [ainda que em vão].

Mais fácil seria vivermos como os pássaros que bicam o alimento da terra e depois voam à revelia, mas o homem não voa, a não ser pela poesia.

E o que é a poesia senão um louvor à vida com seus percalços despedaçados e rimas?

Ela não é a filosofia que merecemos, mas a de que precisamos. Precisemos, portanto, o tom das palavras faladas: Com empatia! – para que no mundo haja mais poesia! Elas podem ser tanto a alegria de viver, quanto a covardia em ofender.

Palavras são tão eternas quanto a total entrega à Efemeridade, ou tão efêmeras quanto a aceitação da Eternidade.

Já dizia a poesia de Petrarca: "A morte seria menos cruel se [pudesse] portar esta esperança à viagem incerta, já que o espírito cansado nunca poderia em um porto mais gentil ou em um túmulo mais quieto deixar para traz suas carnes e ossos agitados".

Mas chega outro e diz: "Não faças versos sobre acontecimentos [...] Nem me reveles teus sentimentos [...] Chega mais perto e contempla as palavras. Cada uma tem mil faces secretas sob a face neutra e te pergunta, sem interesse pela resposta, pobre ou terrível que lhe deres: Trouxeste a chave?" (Drummond).

Então o que é a poesia, irmão? Sentimento ou razão? Palavras jogadas a ermo em vão? Não!
Proponho outra questão: se é a poesia um capricho humano, o que é o homem sem seus caprichos?

O problema da poesia é que ela nos mantém acordados nas noites sempre serenas, deixando-as menos amenas, mas isto não é só culpa da poesia, ou da filosofia, nem do momento de grande epifania que inevitavelmente se aproxima e que teima em não se revelar. É também a agonia de sobreviver, o medo de se esquecer das contas a pagar, do lar a sustentar... Poetas e homens, iguais nessa questão!... E da paixão! Sobretudo a angústia de não se esquecer de um amor perdido! Esta maltrata a todos, poetas ou não.

Logo será o despertar, mas até lá...


... Só as palavras povoam os sonhos de que precisamos, não importando quais sejam. Se em vão as sonhamos ninguém sabe.

Missing you

The hours passing by,
I can’t control my mind
To stop thinking about you.
It is true!

I love you more this minute
Than the minute before
And the next minutes even more and more
Deeply inside of my heart,
Missing you each second a lot.

But,
The moment I meet you…

I know our love is true!


From The Trickster to Muse.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

For reading with British accent



Day after
By The Trickster


(She’s thought it was for fun
Not imagining she’s the only one).

So come on closer now
Feel my heart beating… And how!
Listen closely to my whispers in your ears
My lips beside your lips
For the first day after’s morning kiss.

With you days after we’ll have
Tomorrow and after,
Each one still better.

Yesterday night and the day after
And after, every time better.

Keeping me deeply there inside
Your body, your soul, your mind…

For the day after yesterday
Then tomorrow, and the next day after
Forever and ever getting better.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Poema enviado por Raul...

Ninguém se importa
E isso eu entendo:

Temos importados, TVs, carros velozes, Velox....
E obrigações com tudo isso,

Mas nada disso m’ importa,
Porque tenho haicais imagéticos,
Plácidos e transparentes com’ água parada
Que refletem meu olhar como concreto
(estátua d’entreaberto lábio gelado)

Mas meu coração feit’ um pêndulo!

Estou icônico feit’ a estátua
E mesm’ a torrente a jorrar do meu lado não me abala,

Mas ora esse pêndulo tende pr’um lado,
Ora outro,
E cheg’ a hora da estátua finalmente desabar.

Poderia ser agora
Sem me abalar.


Raul K’ Lima
(Goa – 03/09/15)

Imagem enviada pelo autor:

domingo, 13 de setembro de 2015

Sociedade dos Poetas Anônimos: perfis dos poetas


Com a devida autorização e consentimento dos três:



Francisco Michel Pechê
Português nascido e criado em Lisboa até os 17 anos;
Pai desconhecido, mãe de nacionalidade franco-portuguesa;
Ex-seminarista, mas pretende retomar os estudos;
Vive atualmente em Fontaine-de-Vaucluse, sudeste da França.


The Trickster
Brasileiro;
Prefere escrever em inglês;
Curte ficar na internet – redes sociais, chats etc;
Estudante, reprovado duas vezes no vestibular para Ciências Contábeis;
Seu pai é contador;
Moram em São Paulo – Centro.


Iulio Ypiranga
Descendente de portugueses, italianos e índios nativo-brasileiros;
Apreciador de dias e noites de orgias regadas ao álcool;
Antinacionalista, apátrida, mas orgulhoso da ancestralidade;
Neopaganista gnóstico;
Graduado em Agronomia e Jornalismo, nunca exerceu nenhuma dessas atividades;
Endereço flutuante, atualmente de favor na Rua Dionísio Abaurre, Vitória-ES.


Sociedade dos Poetas Anônimos: Fórum

























Ao celibatário F.P.


Sua lírica aprisiona as paixões mais verdadeiras da natureza humana. O corpo só é cativeiro da alma quando ele não pode expressar a sofreguidão dos desejos dela. No meu caso, às vezes, por uma imposição cultural dessa chamada “civilização” – que castra todos os homens e mulheres de espírito livre. Ainda assim, gozo com os deleites efêmeros e imediatos sempre que possível, bailando a valsa de Tânatos se necessário, mas nunca deixando de aproveitar cada sopro de Vida.

No seu caso, por uma aberração da moral que você mesmo escolheu seguir. – fado impossível até para os deuses.

Mas se em sonho, nitidamente, vê sua casa com muitos quartos e móveis, significa que finalmente tomou consciência da sua grandeza. Abrace esse espírito humano e pueril sem receio, este é seu verdadeiro eu.


Iulio Ypiranga


Da nova série neste blog: Sociedade dos Poetas Anônimos. Poetas que não divulgam seus nomes. Pseudônimos e heterônimos. Textos descobertos por acaso.